Maio Roxo: um mês de atenção às Doenças Inflamatórias Intestinais - Blog - Hospital Evangélico

13/05/2024

Maio Roxo: um mês de atenção às Doenças Inflamatórias Intestinais

Dores na barriga, diarreia, perda de peso: esses são alguns dos sintomas mais comuns das doenças inflamatórias intestinais (DIIs), problemas crônicos que precisam ser diagnosticados o quanto antes. Conheça-os!

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A cor de maio é o roxo, dedicada a alertar sobre as doenças inflamatórias intestinais – também conhecidas como DIIs. O alerta é mais que válido: além de causarem sintomas impactantes para a saúde, essas doenças ainda não têm cura definitiva, por isso o diagnóstico precisa ser feito o quanto antes. Além disso, muitos dos sintomas são similares a outros problemas gástricos/intestinais bastante comuns, então conhecer os detalhes sobre elas faz toda a diferença!

As doenças inflamatórias intestinais mais comuns são a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn. Elas correspondem a mais de 80% dos casos de DIIs. No Brasil, essas duas doenças afetam de 12 a 55 pessoas em cada 100 mil habitantes.

A principal diferença entre elas é que a retocolite atinge especialmente o intestino grosso, enquanto a doença de Crohn pode acometer o trato digestório por inteiro, desde a boca até o ânus, sendo mais comum no intestino delgado.

RETOCOLITE: No caso da retocolite, os sintomas mais comuns são cólicas e presença de muco ou sangue nas fezes. Episódios graves geram diarreia, febre alta e fortes dores na barriga.

CROHN: Já na doença de Crohn, uma doença mais profunda, o principal sintoma são as diarreias frequentes, em que sangue nas fezes é comum. Outras formas de apresentação da doença de Crohn também são as fistulas peri-anais e aftas na boca.

Sintomas das Doenças Inflamatórias Intestinais

As DIIs causam grave inflamação no intestino, e como decorrência desta inflamação ocorrem os sintomas a seguir:

  • Dor de barriga: é comum o paciente sentir-se ‘inchado’ no estômago, assim como sentir fortes dores na barriga e ter enjoos ou vontade de vomitar;
  • Diarreia: apesar de ser um dos sintomas mais frequentes, vale notar que ficar com o intestino preso também é um sinal das DIIs;
  • Sangramento nas fezes: além do sangue, em alguns casos, o paciente pode perceber a presença de muco no ânus;
  • Perda de peso;
  • Anemia;
  • Fraqueza.

Este são os sinais mais comuns. A inflamação pode também acometer outros órgãos, como pele, olhos, fígado e articulações.

 

O que causa as DIIs?

Ainda não se tem uma resposta definitiva sobre as causas das DIIs. Isto porque as doenças são extremamente complexas, envolvendo questões genéticas (hoje, há mais de 2.500 genes identificados relacionados a elas), hábitos de vida, hábitos alimentares, o meio em que a pessoa vive e até mesmo a composição da flora intestinal (o conjunto de bactérias que vivem em nosso intestino).

 

Quais são as Doenças Inflamatórias Intestinais?

Como vimos acima, a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn são 02 exemplos (os mais comuns) de DIIs. Mas existem outras doenças que se encaixam nessa definição. Dentre as principais, temos:

  • Colite isquêmica
  • Colite microscópica
  • Doença celíaca

 

Como é feito o diagnóstico?

A primeira etapa do diagnóstico das DIIs é a análise dos sintomas do paciente. É importante o médico entender seu histórico de saúde, hábitos de vida, antecedentes familiares etc., para que possa descartar outras doenças que causam os mesmos sinais. Depois, o médico pode requisitar exames laboratoriais e de imagem, incluindo endoscopias.

Dentre os exames laboratoriais, é comum serem requisitados exames de sangue e de fezes, assim como testes hepáticos, renais e de marcadores sorológicos que podem ajudar a diferenciar as DIIs.

Dentre os exames de imagens, o médico poderá pedir raios-x de abdome ou exames com contraste para averiguar o trânsito intestinal. Tomografia e ressonância também são opções. Um dos exames diagnósticos mais importantes é a endoscopia, que pode ser realizada em diversas porções do intestino. Estes exames, extremamente detalhados, permitem que a equipe médica observe, com riqueza de detalhes, a parte interna do intestino, averiguando lesões, inflamações e quaisquer alterações nas paredes do órgão. Dependendo do que for observado, até mesmo tratamentos cirúrgicos podem ser sugeridos. Além disso, por meio da endoscopia, é possível realizar biopsias de porções de interesse, para um diagnóstico ainda mais detalhado.

Vale ressaltar que nem sempre o médico irá pedir todos os exames listados acima. Em alguns casos, os exames laboratoriais já trazem certezas quanto à DII do paciente. O importante é que, hoje em dia, existem inúmeras opções que as equipes de saúde têm a seu dispor a fim de garantir um diagnóstico preciso e rápido aos pacientes.

Tratamento das Doenças Inflamatórias Intestinais

O tratamento das DIIs é focado na redução e no controle da inflamação intestinal. Em casos graves, podem ser utilizados medicamentos ‘fortes’, como corticosteroides, ou até mesmo cirurgias. Para manutenção, existem medicamentos orais que protegem o órgão e evitam o aparecimento dos sintomas. Unidos a bons hábitos de vida (saiba mais abaixo), eles podem garantir um futuro livre de dores de barriga para boa parte dos pacientes. Hoje, já é possível conviver muito bem com as DIIs.

Nas fases agudas da doença, e para induzir a remissão dela, são utilizados os corticosteroides, potentes e eficientes anti-inflamatórios, mas que resultam em diversos efeitos colaterais. Por isso, são usados apenas como ‘emergência’, para redução rápida da inflamação e controle da doença.

Quando a DII estiver sob controle, chega o momento de mantê-la assim. Medicamentos como os aminossalicilatos são bastante utilizados, ajudando a reduzir a inflamação intestinal. Também pode-se optar por imunossupressores, a depender do tipo e gravidade da doença.

A terapia biológica é uma opção mais recente. São medicamentos administrados por via subcutânea ou intravenosa e que atuam no bloqueio de etapas importantes para o processo inflamatório. Com isso, reduzem sintomas e incidência da doença, com poucos efeitos colaterais, mantendo o sistema imune intacto.

As cirurgias são indicadas para casos graves, em que a inflamação já causou danos severos ao intestino, como perfuração, fístulas e abcessos. Nessas situações, os danos podem ser ‘consertados’ pela cirurgia, ou o médico poderá optar pela remoção da parte doente do intestino.

 

É possível prevenir as Doenças Inflamatórias Intestinais?

As DIIs são doenças complexas. Por isso mesmo, são consideradas, ainda hoje, crônicas. Como afetam pessoas jovens, é importante saber quais fatores podem piorar os quadros inflamatórios intestinais, evitando-os ao máximo para garantir um futuro com menos complicações, intercorrências e pioras nos quadros inflamatórios.

  • MANTER O CALENDÁRIO VACINAL EM DIA: para pacientes com DII, ou com risco de desenvolver uma dessas doenças, é fundamental ter as vacinas em dia, ajudando a fortalecer o sistema imune.
  • FUMAR: diversos estudos já indicaram correlação entre fumar e pioras em condições inflamatórias intestinais. Especialmente para a doença de Crohn, o fumo é um fator de risco para o desenvolvimento da doença, piora os quadros quando ela é identificada e faz com que o paciente precise tomar mais medicamentos para reduzir os sintomas.
  • ATIVIDADES FÍSICAS: fazer o corpo suar algumas vezes por semana tem um efeito protetor contra as DIIs. Ainda estão sendo estudados quais seriam os melhores exercícios e o tempo ideal de prática, mas é consenso que manter o corpo ativo auxilia na redução de sintomas e na melhora geral do organismo.
  • BONS HÁBITOS ALIMENTARES: comer bem é um investimento. Os alimentos ricos em fibras e nutrientes ingeridos hoje ajudarão a nutrir o corpo, a formar uma flora intestinal mais saudável e a manter a saúde no médio e longo prazo. Especialmente para o intestino, ter uma alimentação rica em fibras e ingerir quantidades adequadas de água todos os dias são os melhores caminhos para um órgão saudável.

 

Aqui no Brasil, doenças intestinais são algumas das mais comuns que existem. Quase todo mundo já passou por um período de dores de barriga ou alterações na evacuação. Por isso mesmo, fique sempre alerta em sua saúde intestinal: caso perceba quaisquer alterações ou sinta uma dor de barriga ‘diferente da habitual’, procure auxílio médico. Os sintomas das DIIs podem surgir em qualquer momento da vida e, como vimos, quanto antes o diagnóstico for feito e o tratamento iniciado, melhores as perspectivas de um futuro livre de inflamações intestinais.

 

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09 de agosto

Colesterol alto: perigo silencioso que ataca o coração

Doença é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares O colesterol é um termo comum que frequentemente ouvimos, mas você sabe exatamente o que é e por que é tão importante para o nosso corpo? Segundo a Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp), 65% das pessoas não sabem que o descontrole desse composto gorduroso no organismo pode trazer riscos à saúde do coração. O médico cardiologista do Hospital Evangélico de Sorocaba, Dr. Fernando Oliva, esclarece que o colesterol é um lipídio, ou seja, uma gordura, que desempenha papéis essenciais em nosso organismo, como precursor de hormônios esteroides, produção de ácidos biliares que auxiliam na digestão e síntese da vitamina D. O grande problema é quando os seus níveis ultrapassam os valores desejados na corrente sanguínea. “O excesso de colesterol é diretamente responsável por formar depósitos de gordura nas artérias, também conhecidos como placa de ateroma, podendo provocar com o tempo obstruções e até mesmo oclusões destes vasos. Consequentemente, os órgãos deixam de receber aporte sanguíneo, deixando de funcionar. No coração, isso é conhecido como infarto”, explica Oliva. Segundo Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração e essas enfermidades provocam, em média, 1.100 mortes (dados de 2021). O excesso de gordura é também um dos principais fatores de risco para se ter um acidente vascular cerebral (AVC). Vilão silencioso Uma questão preocupante é que mais de 70% dos brasileiros não costumam realizar exames regulares para monitorar seus níveis de colesterol. Dr. Oliva destaca que os exames preventivos, como check-up, são importantes para impedir qualquer problema grave no futuro. "O colesterol elevado é uma doença silenciosa e, muitas vezes, o primeiro sintoma do paciente pode ser um infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral. A prevenção é fundamental para evitar consequências graves", diz. Ainda de acordo com o levantamento da Socesp, 55% dos brasileiros não associam o colesterol com a má alimentação. Dr. Oliva alerta que "a carne vermelha, embutidos, leite integral e seus derivados, além das frituras em geral, são as principais fontes de colesterol com as quais devemos ter cuidado". Além da nossa dieta, existem também grupos de pessoas mais propensas a desenvolverem colesterol elevado, sendo que a herança genética desempenha um papel significativo. Doenças como hipertensão e diabetes podem alterar o metabolismo do organismo e contribuir para o aumento dos níveis de colesterol. Combatendo o colesterol alto Felizmente, existem medidas simples que podem ser adotadas na rotina diária para prevenir e controlar o colesterol. Ter uma alimentação saudável, com redução do consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas, e o aumento da ingestão de frutas, vegetais e grãos integrais são passos importantes. Além disso, a prática regular de exercícios físicos é fundamental para manter a saúde do coração. A Organização Mundial da Saúde recomenda, pelo menos, 150 minutos de atividades por semana. Para algumas pessoas, as mudanças no estilo de vida podem ajudar no equilíbrio do colesterol, mas há situações em que o uso de remédios pode ser necessário. “A mudança de hábitos alimentares e início de atividades físicas podem ser capazes de controlar o colesterol, mas é bom lembrar que aproximadamente 80% do colesterol é produzido pelo organismo e 20% é ingerido. Nos casos em que as medidas não farmacológicas não são suficientes, podemos lançar mão de medicações que costumam ser eficazes em seu controle”, enfatiza Oliva. Outro alerta é não parar o tratamento com remédios. Como o colesterol alto é uma doença silenciosa, muitos começam a seguir as orientações médicas e depois, acreditando que tudo está sob controle, param de tomar o medicamento, já que não sentem nenhum sintoma. Com isso, o problema pode deixar de estar controlado no organismo, provocando problemas futuros.

18 de junho

Câncer de Rim: doença geralmente silenciosa pode dar alguns sinais, explica especialista

Tumor é 14º mais comum e atinge 10 em cada 100 mil brasileiros O câncer de rim atinge mais de 170 mil pessoas ao redor do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é o 14ª tumor mais comum, com quase 12 mil casos e mais de 4 mil mortes registradas em 2020, quando o último levantamento foi feito. Já no Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima que a incidência dos tumores renais chegue em 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes no Brasil. Todos os anos, o dia 16 de junho é marcado pelo Dia Mundial do Câncer de Rim, que tem a intenção de aumentar a conscientização sobre a doença. A oncologista clínica do Instituto de Oncologia de Sorocaba, Dra. Bruna Carone, comenta que esse tipo de tumor, geralmente, não apresenta sinais em estágios iniciais. Por isso, é importante ir regularmente ao médico. “Em alguns casos, o câncer de rim pode gerar sintomas, como dor lombar, febre, perda de peso, cansaço, inchaço nas pernas, massa palpável, hipertensão de difícil controle e sangramento na urina”, explica. Além disso, o Dia Mundial do Câncer Renal serve como um lembrete da importância das redes de apoio para indivíduos e famílias afetadas pelo problema. Lutar contra o tumor não é apenas uma jornada física, mas também emocional e psicológica. Ao fomentar um senso de comunidade e promover grupos de apoio, os pacientes e seus entes queridos podem encontrar consolo e compartilhar experiências. O que é o câncer de rim? Os rins têm a função de filtro no nosso organismo, eliminando substâncias nocivas. Esse tipo de câncer surge pelo desenvolvimento desordenado e acelerado de células tumorais renais. Segundo Bruna, o principal fator de risco para desenvolver a doença é o tabagismo. Além disso, obesidade, pressão alta, insuficiência renal e histórico familiar também podem levar à doença. Há três principais tipos de câncer de rim, que se diferem pelas características histológicas (vistas no microscópio). “Essa diferenciação é diagnosticada na biópsia e é importante para a definição do tratamento”. O Carcinoma de Células Renais Claras é o mais comum entre os tipos de tumores renais, ele está presente em cerca de 70% a 90% dos casos. Ele surge no tubo responsável por filtrar as impurezas do sangue. O carcinoma papilar de Células Renais é o segundo mais comum e representa entre 10% e 15% dos casos. Geralmente, ele é pequeno, mas pode bloquear a urina e vias urinárias, além de causar dor. O carcinoma Cromófobo de Células Renais é mais complexo de ser diagnosticado do que os outros, pois não pode ser visto em exames sem cor e reage apenas a corantes. A boa notícia é que ele tende a ser menos agressivo que os outros tipos. Como o câncer de rim é diagnosticado e tratado? “O exame mais comum que indica suspeita de câncer de rim é o ultrassom de abdome. Também podem ser necessárias tomografia e ressonância. A confirmação diagnóstica é feita pela biópsia”, explica a oncologista. Além disso, o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura da doença. O tratamento do câncer de rim depende do estado e do tipo da doença. A cirurgia é utilizada para remover o tumor renal. Outro procedimento é a terapia-alvo, que envolve o uso de medicamentos que visam as alterações específicas nas células cancerígenas, bloqueando o crescimento e a disseminação do tumor. Esses medicamentos podem ser administrados oralmente ou por meio de infusões intravenosas. Cabe ressaltar que cada caso de câncer de rim é único, e o tratamento mais adequado será determinado pelo médico após uma avaliação detalhada. Além dos tratamentos convencionais, a participação em ensaios clínicos e o suporte de uma equipe multidisciplinar são aspectos importantes a serem considerados no cuidado integral do paciente com câncer de rim. Por isso é importante procurar um lugar especializado para fazer o tratamento. Bruna explica que é necessário adotar hábitos saudáveis, como por exemplo, uma vida mais ativa, com atividades físicas regulares, sem tabagismo e o uso abusivo de álcool, aliado a uma dieta rica em fibras e ingestão de 2 a 3 litros de água por dia. “Também é muito importante procurar o seu médico para orientação adequada”, finaliza a médica. Sobre o Instituto de Oncologia de Sorocaba O Instituto de Oncologia de Sorocaba é referência há mais de 28 anos em atendimentos de consultas, quimioterapias e infusões oncológicas e não oncológicas, tendo como foco cada paciente como um ser único. No IOS, o conceito de humanização não é apenas teórico, mas praticado. O Instituto de Oncologia de Sorocaba está localizado no Centro de Medicina e Saúde, que fica na Av. Comendador Pereira Inácio, 950, Térreo, Jd. Vergueiro, telefone: (15) 3334-3434.

01 de fevereiro

Hospital Evangélico de Sorocaba inaugura Pronto Atendimento de Ortopedia 24 horas

Estrutura atenderá urgências e emergências, além de realizar procedimento de imobilização e internação para os casos cirúrgicos. O Hospital Evangélico de Sorocaba passou a oferecer à cidade um Pronto Atendimento de Ortopedia com funcionamento 24h por dia, todos os dias. Foram feitos investimentos na modernização do setor de diagnóstico por imagem e na contratação de uma equipe formada por médicos especialistas, capazes de solucionar os principais quadros de urgência e emergência ortopédica. Para o médico coordenador do serviço, Dr. Fernando Henrique Xavier dos Santos, o paciente encontrará um ambiente moderno, acolhedor e, acima de tudo, resolutivo: “Vamos contribuir, de forma muito positiva, para cuidar da saúde de todas as pessoas”, comenta o especialista. A equipe conta com especialistas em mão, ombro, quadril, joelho e coluna que atuará como retaguarda para os plantonistas, o que garante agilidade e resolutividade nos quadros que demandem cirurgias de urgência, além de maior segurança às pessoas que sofrem pequenos acidentes, como quedas, lesões esportivas e outros traumatismos ortopédico como fraturas, luxações e entorses. “Sorocaba vem crescendo cada dia mais. É de grande importância atendermos a população com um Pronto Atendimento em Ortopedia 24h, tão necessário quando há um caso de urgência”, diz o médico ortopedista do Hospital Evangélico. Totem de autoatendimento Outro diferencial é o novo totem de atendimento do P.A. do Hospital Evangélico de Sorocaba. O equipamento proporciona mais acolhimento e agilidade na recepção dos pacientes. Ele possui interface com as operadoras para autorização dos principais convênios de saúde, de forma imediata, além de contribuir, ainda mais, para a segurança e rapidez na identificação do paciente. Após passar pelo totem e assinar o termo de forma digital, basta aguardar o fluxo da triagem e encaminhamento ao médico. Serviço O Pronto Atendimento do Hospital Evangélico localiza-se na Rua Imperatriz Leopoldina, 136 - Vila Jardini e atende à grande maioria dos convênios da cidade, tais como: Unimed, Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica Saúde, Allianz, Amafresp, Apas Itapetininga e Sorocaba, Assefaz, Cabesp, Cassi, Careplus, Economus, Funserv, Fusex, Golden Cross, Gama, Intermedici, Marinha do Brasil, Mediservice, Postal Saúde, Saúde Caixa, Vitallis e Vivest, além de pacientes particulares. Sobre o Hospital Evangélico O Hospital Evangélico de Sorocaba (HES) surgiu em 1935, sendo considerado um dos mais tradicionais e acolhedores de Sorocaba. O HES conta, hoje, com Pronto Atendimento Adulto ágil em várias áreas, inclusive Ortopedia e Oncologia. Possui ambulatório médico em diversas áreas de especialidades, Centro Cirúrgico e Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Junto com o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o HES compõe hub de serviços em saúde da Hospital Care para toda a região.

01 de novembro

Hospital Evangélico de Sorocaba inaugura Centro de Cálculo Renal

População contará com atendimento diferenciado para tratamento de cálculo renal, conhecido como “pedra nos rins”. O Hospital Evangélico de Sorocaba inaugura Centro de Tratamento para Cálculo Renal voltado a Sorocaba e região com profissionais capacitados e tecnologia de ponta. O atendimento para urgências renais, que já acontece na unidade, agora passa a contar com fluxo ágil no Pronto Atendimento Adulto. Ele é voltado a pacientes com suspeita de cálculo renal e se propõe a dar atenção especial ao controle da dor, confirmação do diagnóstico, acompanhamento do problema, definições de tratamento até uma possível resolução do caso. O Centro conta com a parceria dos melhores fornecedores de materiais e as melhores marcas mundiais de laser para fragmentação dos cálculos. Dr. Luís Gustavo Gun, médico urologista do HES explica que o objetivo de ter um atendimento especializado é ser referência com o melhor tratamento para o paciente. “O Centro de Calculose não é apenas para emergências, quando a pessoa já está com cólica renal e dores intensas, mas também para aquela que faz acompanhamento urológico e foi identificado o cálculo e, portanto, precisará agendar sua cirurgia”. A resolução rápida do problema também é o grande diferencial desse tipo de serviço médico, afinal, dores renais são fortes e exigem que o tratamento seja feito o quanto antes. Dr. Gun reforça: “Existem duas formas de descobrir que está com as chamadas pedras nos rins: ou porque faz acompanhamento ou apenas quando surge a cólica renal. Ambos os casos precisam de atenção especial para que a cirurgia seja um sucesso. Por isso, surge essa iniciativa do Hospital Evangélico”. Hoje, a cirurgia eficaz para rompimento dos cálculos é a Endoscopia sem Corte, método minimamente invasivo, ou seja, menos agressivo e com recuperação facilitada. Segundo o médico, as chances de êxito são acima de 95%. Além de contar com tecnologia de ponta, o Centro de Cálculo Renal do HES conta com encaminhamento imediato, leitos exclusivos, equipamentos de primeira linha, equipe especializada e é disponível 24h. Vale ressaltar que o hospital já realizava o acolhimento dessas emergências e agora passa a contar com protocolos específicos que, neste caso, levam em consideração o tamanho da pedra. “O Centro é uma unidade de excelência dentro do pronto-socorro. O Hospital Evangélico é pioneiro nesse tipo de atendimento em Sorocaba e região”, completa Dr. Gustavo. Sobre as “Pedras nos Rins” O urologista do HES reforça que, cerca de 8,5% da população possui cálculo renal ou já teve algum episódio que foi eliminado espontaneamente ou foi necessária cirurgia. Qualquer pessoa pode desenvolver o problema, porém a faixa etária mais comum é entre 20 a 45 anos. “O cálculo não possui correlação genética, mas é importante ficar atento ao histórico familiar. Além disso, é mais comum de se desenvolver em cidades mais quentes, já que as pessoas perdem mais líquido por suarem mais. Assim, precisa-se ingerir muita água durante o dia, principalmente, agora que as temperaturas começaram a aumentar”, aconselha o médico. O urologista do HES finaliza alertando que cólica renal são dores muito intensas e que não devem ser negligenciadas, pois isso pode acarretar na perda dos rins: “Isso é sinal de que algo não está bem no corpo. Portanto, nesses casos busque imediatamente um pronto-atendimento”. Sobre o Hospital Evangélico O Hospital Evangélico de Sorocaba (HES) surgiu em 1935, sendo considerado um dos mais tradicionais e acolhedores de Sorocaba. O HES conta, hoje, com Pronto Atendimento Adulto ágil em várias áreas, inclusive Ortopedia e Oncologia. Possui ambulatório médico em diversas áreas de especialidades, centro cirúrgico e unidade de terapia intensiva (UTI). Junto com o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o HES compõe hub de serviços em saúde da Hospital Care para a região.

15 de maio

Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares: um alerta para medidas que evitam esse problema que atinge 14% dos pacientes

Data foi criada para conscientizar as autoridades sanitárias, diretores de hospitais e trabalhadores da saúde As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) são um desafio para as autoridades do assunto. Segundo o Ministério da Saúde, 14% dos pacientes são atingidos pelo problema durante a internação. Essas doenças podem ser causadas por bactérias, vírus, fungos, uso prévio de antibióticos, cirurgias anteriores ou procedimentos em internações. Para conscientizar as autoridades sanitárias, diretores de hospitais e trabalhadores da saúde sobre o tema, foi criado o Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares, comemorado no dia 15 de maio. O médico infectologista do Hospital Evangélico de Sorocaba, Dr. Fernando Ruiz, comenta os perigos das IRAS, as atitudes e protocolos para evitá-las ao máximo. "As infecções hospitalares podem ser especialmente perigosas para pacientes que já estão imunocomprometidos, como aqueles submetidos à quimioterapia ou cirurgia de transplante. Também podem levar à sepse, pneumonia e outras condições potencialmente fatais. Além disso, as infecções hospitalares também podem resultar em hospitalizações prolongadas, readmissões e aumento dos custos de saúde", explica o médico. Para evitar que as pessoas acabem contraindo alguma doença dentro dos hospitais, as instituições de saúde contam com uma equipe especializada em prevenir e controlar as IRAS, através de normas condensadoras em protocolos que são implantados e supervisionados pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). "Esse time expõe relatórios pertinentes a membros diretivos da instituição da CCIH em reuniões periódicas, onde são elaboradas estratégias que possam diminuir a incidência dessas infecções. São analisados índices e indicadores que visam refletir a excelência desse trabalho exaustivo de busca, monitoramento e prevenção das infecções", comenta Ruiz. O perigo das superbactérias Falando de prevenção a infecções, as superbactérias merecem uma atenção especial. Trata-se daquelas bactérias que resistem ao tratamento com os antibióticos existentes. As infecções causadas por essas bactérias podem ser mais graves e duradouras, aumentando o risco de complicações e morte. Além disso, as superbactérias podem se espalhar facilmente em ambientes hospitalares, colocando em risco a saúde de pacientes vulneráveis, como idosos e pessoas com sistema imunológico comprometido. Uma das grandes razões para o surgimento desse “super vilão” é uso inadequado de antibióticos, seja por automedicação, por indicação e dose equivocadas ou tempo prolongado. “Isso gera aumento na resistência dos agentes infecciosos, em geral, bactérias. O controle dessa medicação dentro das instituições é fundamental para se conseguir resultados satisfatórios com o uso dos antibióticos hoje disponíveis”, conscientiza Ruiz. Além desse aspecto relacionado à utilização de medicamentos, os hospitais, para terem o controle eficaz de infecções hospitalares, contam com uma abordagem multidisciplinar. Através de treinamentos, são passados para os funcionários da saúde, aos pacientes e seus familiares, regras básicas no intuito de se obter o melhor resultado esperado em situações eletivas. “Essas orientações permitem evitar a transmissão de agentes infecciosos, não só para os profissionais de saúde, mas também para os pacientes, visitas e pessoal administrativo que trabalha no hospital”, completa Ruiz. Importância de lavar as mãos Segundo Ruiz, a higienização correta das mãos é a base do controle das IRAS. Evita a transmissão cruzada de agentes infecciosos, de paciente para o profissional de saúde e vice-versa. “Faz parte fundamental do treinamento em assistência à saúde e é monitorizada todo o tempo nas instituições, além de ser tema constante de campanhas de adesão”, enfatiza o infectologista sobre a importância de lavar as mãos. A higienização das mãos pode ser feita de duas formas: Lavagem com água e sabão: molhe as mãos completamente e aplique uma quantidade suficiente de sabão e esfregue bem, por pelo menos 20 segundos, incluindo as pontas dos dedos, entre os dedos e as unhas. Depois, enxágue com água corrente e seque com uma toalha limpa ou papel. Higienização com álcool em gel: para usá-lo, basta aplicar uma quantidade suficiente na palma da mão e esfregar até que as mãos estejam completamente secas. É importante lembrar que o álcool em gel deve ter no mínimo 70% de concentração para ser eficaz. Sobre o Hospital Evangélico O Hospital Evangélico de Sorocaba (HES) surgiu em 1935, sendo considerado um dos mais tradicionais e acolhedores de Sorocaba. O HES conta, hoje, com Pronto Atendimento Adulto ágil em várias áreas, inclusive Ortopedia e Oncologia. Possui ambulatório médico em diversas áreas de especialidades, centro cirúrgico e unidade de terapia intensiva (UTI). Junto com o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o HES compõe hub de serviços em saúde da Hospital Care para a região.

31 de maio

Dia Mundial Sem Tabaco: oportunidade de conscientização e alerta para os perigos do cigarro eletrônico

Também chamados de pods ou vape, aparelhos não são menos prejudiciais à saúde quanto os cigarros tradicionais O Dia Mundial Sem Tabaco, lembrado no dia 31, marca o fim do mês de maio. A data foi criada em 1987 para conscientizar as pessoas sobre os perigos do cigarro e para promover políticas públicas para reduzir esse tipo de vício em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 8 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a doenças relacionadas ao tabagismo, sendo que cerca de 1,2 milhão dessas mortes ocorrem em não-fumantes expostos ao fumo passivo. O tabagismo é um fator de risco para muitas doenças crônicas, incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, AVCs, doenças respiratórias crônicas entre outras. Mesmo com os números alarmantes e as campanhas de conscientização, o uso do cigarro eletrônico, também chamados de pods ou vape, tem crescido, principalmente entre os jovens. Segundo o pneumologista do Hospital Evangélico de Sorocaba, Dr. Alexandre Campedelli, é ilusão a ideia que o dispositivo é menos prejudicial à saúde do que o tabaco tradicional. “O cigarro eletrônico é tão ou mais prejudicial que o cigarro comum. Nele, a nicotina é diluída em uma substância que, ao ser aquecida e inalada, resulta em uma solução até 3 vezes mais cancerígena que o cigarro comum; além disso, na maioria das vezes, não sabemos o que está sendo utilizado para diluir a nicotina”, alerta Campedelli. O pneumologista explica que outro dano que o cigarro eletrônico pode causar é a Evali (Electronic Cigarrete or Vaping Product use Associated Lung Injury), uma pneumonia decorrente da inalação das substâncias tóxicas dos dispositivos eletrônicos ou narguilés, podendo deixar os pulmões com lesões agudas ou até irreversíveis. O que faz o tabaco ser tão prejudicial? O cigarro possui na sua composição, além de substâncias próprias, como nicotina e alcatrão, outros aditivos químicos usados pela indústria, como benzeno, chumbo, amoníaco, entre outros produtos que são inalados e absorvidos pela corrente sanguínea, sendo então levados para todos os órgãos do corpo. Além disso, o cigarro diminui a capacidade cardiorrespiratória progressivamente ao longo dos anos; altera o paladar, causa mau hálito, aumenta a chance de infecções e inflamações nos dentes e gengiva, aumenta a pressão arterial, causando cefaleia, aumenta o risco de gastrite e úlcera gástrica. “Além disso, inalar fumaça de cigarro passivamente pode causar as mesmas doenças de quem fuma e ser até pior em muitos casos. A causa disso é que a fumaça que sai da ponta do cigarro é mais quente do que aquela que é inalada pelo fumante ativo; assim, na fumaça que sai da ponta, são liberadas mais substâncias prejudiciais”, enfatiza Campedelli. Como parar de fumar? Quem fuma fica dependente da nicotina, uma droga poderosa que atua no sistema nervoso central e atinge o cérebro de uma forma ainda mais rápida que a cocaína. Por isso, cessar com o tabagismo pode ser a diferença entre a vida e a morte. O pneumologista comenta que não se deve tentar fazer tratamentos indicados por conhecidos; é preciso que o médico faça uma boa entrevista para identificar o grau de dependência e qual a melhor abordagem para cada indivíduo. “Devem ser feitos exames específicos de pulmão e até de coração; pode ser necessário abordagem conjunta de psicólogo e nutricionista; e não menos importante, deve haver desejo por parte do paciente de cessar o tabagismo”, diz. Apesar do crescente declínio do tabagismo em todo o mundo, ainda são milhões de pessoas que podem deixar de fumar e buscar uma vida mais saudável. A morte por doenças relacionadas ao tabaco continua extremamente significante em todo o mundo, com uma tendência de aumento de mulheres em relação aos homens nos últimos anos. “Devemos lembrar o quanto podemos ter uma vida mais longa e produtiva sem o uso desse produto que já causou tanto mal à humanidade”, finaliza Campedelli. Sobre o Hospital Evangélico O Hospital Evangélico de Sorocaba (HES) surgiu em 1935, sendo considerado um dos mais tradicionais e acolhedores de Sorocaba. O HES conta, hoje, com Pronto Atendimento Adulto ágil em várias áreas, inclusive Ortopedia e Oncologia. Possui ambulatório médico em diversas áreas de especialidades, centro cirúrgico e unidade de terapia intensiva (UTI). Junto com o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o HES compõe hub de serviços em saúde da Hospital Care para a região.

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